O agropecuarista brasileiro sabe que sua atividade necessita de organização e planejamento, especialmente no manejo do gado, como a apartação dos bezerros, o controle da alimentação e vacinações, o período de engorda, entre outros. Para auxiliar neste trabalho, a identificação dos animais é essencial – assim como saber qual a melhor forma para marcar a fogo os animais.

Marcar a fogo os animais é a maneira mais comum para identificação de bovinos, equinos e outros animais. No processo é possível, por exemplo, apontar a raça do animal, seu proprietário e, inclusive, se já foi vacinado ou não. “Marcar a fogo os animais é um método permanente e de fácil visualização. No entanto, por se tratar de uma técnica delicada, deve ser feita por um profissional bem treinado”, destaca Amauri Mariano da Silva, diretor da Garça Inox, empresa especializada no ramo.

A marcação a fogo deve ser realizada em locais de fácil visualização e de menor impacto para o animal, minimizando assim os danos ao couro. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) estabelece que esta marcação deve ser feita nos membros posteriores ou anteriores, sempre abaixo da linha do ventre.

 

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De acordo com Amauri, é preciso trabalhar com bons equipamentos para que a marcação seja feita com sucesso. “A Garça Inox trabalha com produtos de aço inox, que não desgastam com o tempo e marcam até dez animais com uma única esquentada. Oferecemos, ainda, garantia de cinco anos por desgaste”, destaca. Não é recomendável, inclusive, que se faça a marcação em dias chuvosos, ou quando os animais estão com os pelos molhados ou sujos de lama. “Isso acaba esfriando o marcador e borrando a marcação”, explica o diretor da empresa.

Localizada no município de Garça, no interior de São Paulo, a Garça Inox também comercializa seus produtos pela internet para todo o Brasil. Para mais informações, acesse o site.

Texto: Redação RVTV
Foto: Divulgação